Ruinart revela nova edição de Conversations with Nature com artista japonês Tadashi Kawamata
A Maison Ruinart acaba de revelar a nova edição de Conversations with Nature com o artista japonês Tadashi Kawamata.

A série internacional de Arte da Maison convida artistas internacionais a interpretar a relação entre os seres humanos e o meio ambiente, com foco na sustentabilidade, biodiversidade e a observação atenta do mundo natural.
O projeto de Tadashi Kawamata foi apresentado em Paris, no Palais de Tokyo, antes de ser instalado no 4 RUE DES CRAYÈRES, o endereço emblemático da Maison na região de Champagne, e exibido em feiras de arte parceiras ao longo do ano.
Tadashi Kawamata é reconhecido pelas suas instalações in situ, criadas a partir de madeira e peças de mobiliário. Organizadas sob a forma de pirâmides, abrigos ou passadiços, as suas obras oferecem aos visitantes – que as escalam ou percorrem – um ponto de vista diferente, em todos os sentidos da expressão. As diferentes escalas utilizadas pelo artista transformam a forma como se observa o mundo, convidando a contemplar a natureza em ação.
As instalações in situ são acompanhadas por uma série de trabalhos preparatórios, incluindo maquetes e esboços que refletem a visão do artista.
Tadashi Kawamata conceberá ainda uma peça de coleção em edição limitada para acolher um Jeroboam de Ruinart Blanc de Blancs.
Na sua primeira visita à Maison Ruinart, em Reims, Tadashi Kawamata ficou impressionado com a harmonia do edifício e a forma como se integra com os elementos envolventes. A névoa matinal sobre as vinhas, o calor dos primeiros raios de sol e a brisa a agitar as folhas. Um mundo repleto de aves, insetos e outras espécies frequentemente invisíveis, mas familiares para quem trabalha ao ar livre.
A partir desta “primeira impressão”, Tadashi Kawamata desenvolveu uma série de desenhos e maquetes. Como uma forma de pensar, estes desenhos serviram de base para que o artista criasse instalações in situ e obras permanentes em Reims. As estruturas funcionarão simultaneamente como refúgios imaginários, respondendo à fragilidade da natureza, e como uma homenagem discreta à incrível capacidade de adaptação da própria natureza, tal como o savoir-faire da Maison, que evoluiu ao longo dos séculos.
