Passadiços do Paiva são os grandes vencedores do PNAM’17

Passadiços do Paiva são os grandes vencedores do PNAM’17

A quarta edição do Prémio Nacional de Arquitetura em Madeira, PNAM'17, decorreu a 30 de junho, no Laboratório Chimico do Museu da Ciência, da Universidade de Coimbra, onde estão em exposição as setes obras finalistas. 

 

Marco Faustino, Balbino e Faustino; Nuno Martins Melo, vencedor; Vitor Poças, Presidente da AIMMP; Margarida Belém, Vice Presidente da Câmara Municipal de Arouca; Eduardo Cabrita, Ministro Adjunto; José Manuel Pedreirinho, Presidente da OA; Reis Campos, Presidente da CPCIA obra do arquiteto Nuno Martins Melo foi premiada por projetar "Uma Arquitetura em Madeira para o Futuro", defendendo “o meio ambiente, uma construção em madeira que enobrece a arquitetura”, considerou o júri. 

 

Os Passadiços do Paiva foram os grandes vencedores, tendo sido também atribuídas as seguintes menções honrosas: pela Qualidade Estrutural da Obra, ao Centro Cultural da Costa Nova, da autoria da A.R.X. Portugal Arquitectos de Nuno Mateus e José Mateus; pela Incorporação Significativa e Inovadora de Derivados de Madeira, do Atelier Pedro Santos Arquitectura, em Pombal. Foi também atribuído um voto de Louvor Extraordinário à obra Granel, na Ilha do Pico, da autoria dos arquitetos Inês Vieira da Silva e Miguel Vieira, da Sami Arquitectos. As obras selecionadas do PNAM’17 podem ser visitadas nos meses de julho e agosto no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra.

O prémio organizado pela  Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP), em parceria com a Ordem dos Arquitetos e a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) pretende divulgar a qualidade da arquitetura portuguesa. Vítor Poças, presidente da AIMMP fez questão de destacar que “num país tão pequeno em termos de dimensão e que ultrapassou enormes dificuldades nos últimos seis anos, é admirável a quantidade e a qualidade das obras de construção em madeira que têm surgido como concorrentes ao PNAM a cada dois anos. As obras que têm estado a concurso nestas edições são evidências muito fortes da grande quantidade, elevada criatividade e muito bom design do melhor que se constrói em Portugal e que, no nosso dia-a-dia, não conseguimos ter essa perceção. Estamos rendidos às vossas capacidades e pretendemos demonstrar à sociedade que é possível e viável construir em madeira, em Portugal” destacou. Relembrando que o atual “momento florestal não é de euforia”, o presidente da AIMMP considera “que utilizar a madeira na construção não diminui o número de árvores, mas sim impulsiona a sua plantação e protege o ambiente e a sustentabilidade do nosso planeta. Renovável, versátil e reutilizável, a madeira é um hino à economia circular que todos pretendemos”, reforçou.

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